terça-feira, 17 de março de 2009

Sinais

Vi esse video no site da ahtriné , achei muito bom mesmo, uma prova de que muitas vezes palavras são dispensaveis.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Empregabilidade


O que pensar quando se fala em empregabilidade?
Como administrador devo pensar na minha empregabilidade que nada mais é do que o fato de me manter empregado em algum lugar com um salário que seja equivalente ao que recebo ou melhor, empregabilidade é simplesmente o ato de não ficar desempregado.
Mas ai, me surge uma duvida, como criar essa empregabilidade? E depois de criada, como manter?
Há quem diga que para criar é necessário aperfeiçoamento e capacidade para absorver novos conhecimentos.
Concordo com isso, apesar de ser um pouco caro se tornar extremamente bom em alguma coisa, acho justo que quem é bom em tal coisa receba um bom salário.
Mas será que só ser extremamente bom em alguma coisa garante essa empregabilidade?
Será que uma vez treinado e contratado para exercer uma determinada função o indivíduo já se torna instantaneamente uma pessoa empregável?
Com certeza muita gente vai discordar da minha opinião, mas eu prefiro achar que o indivíduo que gera sua própria empregabilidade é aquele que oferece algo mais para a empresa em que trabalha.
Difícil mesmo, é descobrir o que é esse algo mais que a empresa procura.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Falsidade



Enxergo a falsidade diferente das outras pessoas, vejo como uma coisa boa, positiva, afinal de contas, quem nunca foi falso na vida?

Sempre vemos políticos e celebridades sendo falsas descaradamente e parece que ninguém se importa com isso ou já se acostumou, então porque nós reles mortais não podemos ser mais falsos?

Lógico que não estou falando de mentira, estou falando em ser falso, dissimulado, o se preferir político.

Acho que eu já coloco essa tese em pratica, mas num nível ainda muito pequeno, que seria aquelas coisas, como tratar super bem aquela pessoa que se detesta.

Vou passar a ser mais falso, e se der certo eu volto aqui pra contar.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Enfim chegou a chuva.

Depois de meses sem uma gota d’água caindo do céu, a chuva retorna a cidade de Brasília, e como todos os anos vários problemas vem junto com ela, como falta de energia, acidentes de trânsito devido ao óleo na pista acumulado durante todo o período de seca.

Mas o que eu mais gosto desse tempo, é como as pessoas ficam mais unidas, ou pelo menos reunidas, nas saídas dos estabelecimentos comerciais, nas paradas de ônibus , enfim, em todos os lugares.

Mas como é bom tomar um banho de chuva e namorar ao som dos pingos batendo na janela, bem quando bate aquele friozinho e nos enfiamos embaixo das cobertas com quem gostamos e fazemos coisas mais próximos uns dos outros.

Mas logo esse período passa, e a seca retorna e as pessoas se distanciam e os namoros acabam e os dias embaixo das cobertas não mais acontecem, e tudo volta ao que era antes.

Por isso, aproveite a chuva!

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Vida Eterna

Seres humanos pensam que são eternos, tomados pelo consumismo e pela vontade de ter mais esquecem que são mortais e só pensam em adquirir mais e mais para si mesmo sem pensar no próximo.

Sempre vemos na televisão e nos periódicos que circulam nas cidades, que existem famílias, aqui mesmo no Brasil, que são centenárias, e que por estarem a tanto tempo mantendo a tradição familiar tem muito dinheiro.

Enquanto o pobre sonhador vislumbra somente seu próprio umbigo, pensando no carro novo ou na casa que vai ser financiada em vinte anos.

Mas seres humanos não são eternos, e como todo mortal o dia fatídico de sua morte chega, e então paramos para pensar.

O que eu deixei como legado?

Não há dinheiro no mundo que possa fazer com que alguém viva eternamente, do mesmo jeito que também não há dinheiro no mundo que faça as suas futuras gerações pararem de lembrar daquela pessoa que tanto amaram.

De hoje a cem anos, todos que estão ao nosso redor estarão mortos, e toda aquela luxuria e riqueza não terá ido para o túmulo com eles.

O importante meus caros, é que aproveitemos o que temos sim, mas pensando nos que viram depois de nós.

Se pensarmos assim, quem sabe daqui a cem anos além de casas e propriedades, nossos descendentes também tenham ar e água para que se usufruir das propriedades deixadas pelos seus predecessores.

Nos vemos em cem anos.